Não aceite reajustes ilegais, negativas de tratamento ou cancelamentos indevidos.

Fale comigo e vamos lutar por seu tratamento, sua dignidade e seu contrato.

Áreas de atuação

Medicamento de
alto custo

Atuação jurídica para buscar o fornecimento de medicamentos essenciais diante de negativas do plano de saúde ou do poder público.

Liminar contra
Plano de Saúde

Atuação jurídica na propositura de medidas judiciais visando a liberação de tratamentos, cirurgias ou medicamentos negados pelo plano de saúde.

Liminar para
Home Care

Atuação jurídica na propositura de medida judicial visando a viabilidade de atendimento domiciliar, quando houver indicação médica e negativa do plano de saúde, conforme as circunstâncias do caso.

Cancelamento do
Plano de Saúde

Atuação jurídica na adoção de medidas cabíveis diante de cancelamentos possivelmente abusivos, buscando a preservação da continuidade do atendimento, especialmente durante tratamentos médicos.

Negativa de Terapia Multidisciplinar

Atuação jurídica visando contestar negativas de cobertura de terapias essenciais pelo plano de saúde, buscando a efetivação do tratamento conforme prescrição médica.

Reajuste Abusivo do
Plano de Saúde

Atuação jurídica para contestar aumentos ilegais, reduzir mensalidades e recuperar valores cobrados indevidamente.

Como podemos te ajudar

1

Exclusividade em Direito da Saúde

Atuamos exclusivamente em casos relativos ao direito da saúde, oferecendo atendimento dedicado em situações envolvendo planos de saúde visando a garantia dos direitos dos beneficiários.

2

Atendimento Humano e Personalizado

Cada caso é único. Por isso, oferecemos um acompanhamento próximo, transparente e acolhedor em todas as etapas do processo.

3

Agilidade
nas Ações

Sabemos que a saúde exige atenção imediata. Atuamos com foco na condução ágil dos casos, avaliando, quando cabível, a adoção de medidas judiciais de urgência, como pedidos liminares, para viabilizar a análise do tratamento necessário pelo Poder Judiciário.

Dr. Felipe Parpineli

Sou advogado há mais de 10 anos, com especialização em Direito Processual Civil e atuação em diferentes instâncias do Judiciário. Ao longo da minha trajetória de vida, o contato direto com pessoas em momentos de fragilidade me levou a direcionar minha atuação ao Direito da Saúde. 

Minha missão é lutar pelos direitos de quem necessita de atendimento médico adequado, atuando na defesa dos direitos dos beneficiários de planos de saúde, com foco no enfrentamento de reajustes abusivos de mensalidades, na busca por acesso a medicamentos e tratamentos negados, bem como em medidas judiciais visando o acesso ao home care, entre outras demandas relacionadas. Estou disponível para atuar em casos envolvendo planos de saúde e o SUS. Conte comigo. 

Perguntas frequentes

O plano de saúde pode negar um exame ou tratamento prescrito pelo médico?

Não é bem assim, pois tudo depende das circunstâncias da negativa. Por exemplo, não é incomum que os planos de saúde recusem a cobertura sob o argumento de que o tratamento não consta no rol da ANS. No entanto, o STF já estabeleceu critérios para tratamentos fora do rol.

Com a prescrição médica e a negativa do plano de saúde, é possível analisar o caso concreto, pois existem recusas que podem ser afastadas pelo Poder Judiciário, conforme as circunstâncias envolvidas.

Ao receber o reajuste do seu plano de saúde, o primeiro passo é identificar o tipo de contrato. Nos planos individuais ou familiares, é importante verificar se o percentual aplicado está de acordo com o índice divulgado pela ANS para o período correspondente.

Já nos planos coletivos (empresariais ou por adesão), esses contratos não estão formalmente sujeitos aos índices fixados pela ANS. Ainda assim, os percentuais divulgados anualmente pela Agência funcionam como um importante parâmetro de mercado. Não é incomum que, nessas modalidades, sejam aplicados reajustes significativamente superiores a esse referencial, muitas vezes na faixa de 15%, 20% ou até mais.

Diante desse cenário, é recomendável buscar a orientação de um advogado que atue na área, a fim de analisar o caso concreto e compreender quais medidas podem ser avaliadas.

Sim, reajuste em plano de saúde coletivo empresarial ou coletivo por adesão precisa respeitar critérios atuariais. É possível entrar com ação para revisão e até restituição de valores pagos a maior.

Em determinadas situações, a Justiça tem reconhecido que planos de saúde contratados por CNPJ, mas compostos exclusivamente por membros da mesma família, podem ser equiparados, na prática, como planos individuais ou familiares.

Há diversas decisões no Judiciário brasileiro que, nesses casos, têm limitado os reajustes aos índices anuais divulgados pela ANS (no último período, em torno de 6%). Esse entendimento pode permitir a análise da legalidade dos reajustes aplicados, inclusive quanto à possibilidade de revisão de aumentos anteriores e eventual restituição de valores pagos a maior, conforme o caso.

Depende, mas em determinados casos é possível obter liminares rápidas, em poucos dias, tudo a depender do caso e da análise do Poder Judiciário.
Sim. É importante manter os pagamentos em dia durante a ação judicial, evitando que a operadora alegue inadimplência como justificativa para negar cobertura ou cancelar o contrato. Mas, é importante entender de que tipo de caso se trata.

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